O livro é escrito por Brás Cubas, um brasileiro do século XIX
(nasceu em 1805), após a sua morte (1869) e composto pelas suas memórias,
histórias que ocorreram entre essas duas datas. O livro traz uma experiência de
leitura muito boa, pois você se sente próximo do protagonista. Como se ele
estivesse te contando essas histórias sentado no sofá da sala enquanto toma um
café (~DELLSNOSLIVRE~). A narrativa é meio rebuscada (as primeiras edições
datam de 1880) e as vezes chega a cansar, então paciência, muita paciência, mas
é recheada de algumas coisas que te colocam pra pensar (no meu caso são
exemplos os capítulos XLV e CXVI). No fundo eu não sei se entendi tudo o que o
autor (agora falando do Machado de Assis mesmo) queria que eu entendesse e
estou quase certo de que não entendi mesmo, mas algumas coisas eu consegui
absorver. Nessa primeira leitura (fica aqui a promessa pra mim mesmo que lerei
novamente no futuro) só pensei em uma coisa: Há apenas dois momentos
importantes na passagem dos homens por aqui, a vida e a morte. O restante é
apenas um recheio de sentimentos com características agridoces que, no final,
não significam nada.
Leiam. A leitura é boa, apesar de rebuscada. Mas não se
obriguem a ler rápido, não leiam caso queiram ler outro livro, pois existe grande
chance de abandono se você não se comprometer.

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